Condições neuropsiquiátricas
Variantes associadas à predisposição para TDAH, autismo, transtorno bipolar e esquizofrenia.
Mapeamento genético como recurso complementar na investigação de TEA, TDAH e outras condições neuropsiquiátricas.
A análise de DNA pode contribuir com informações sobre variantes genéticas relacionadas a diferentes aspectos do funcionamento cognitivo e comportamental, sempre em conjunto com a avaliação clínica.
A análise genética investiga variantes do DNA que podem estar associadas a características biológicas e a predisposições. No contexto clínico, essas informações podem funcionar como um recurso complementar à avaliação neuropsicológica e à análise médica.
Na Humanité, os resultados são organizados em um laudo detalhado, com apresentação de polimorfismos selecionados e informações que podem contribuir para a discussão clínica e o planejamento individualizado.
Os achados genéticos não estabelecem, isoladamente, um diagnóstico de TEA, TDAH ou outras condições. Sua interpretação deve considerar o histórico, os sinais clínicos e a avaliação realizada por profissionais habilitados.
O mapeamento pode apresentar informações sobre variantes genéticas selecionadas, interpretadas dentro de seus limites e em conjunto com o contexto clínico.
Variantes associadas à predisposição para TDAH, autismo, transtorno bipolar e esquizofrenia.
Fatores genéticos relacionados à insônia, depressão e a diferentes funções cognitivas.
Informações associadas a aspectos como memória, inteligência, empatia e sociabilidade.
O laudo reúne os resultados do mapeamento genético e apresenta dezenas de polimorfismos selecionados, oferecendo uma visão aprofundada dos achados analisados.
Essas informações podem auxiliar a conversa entre paciente e equipe de saúde, contribuindo para uma compreensão mais ampla do caso e para a discussão de possibilidades de acompanhamento e intervenção.
Importante: predisposição genética não significa certeza de desenvolver uma condição. Os resultados devem ser interpretados por profissionais habilitados e não substituem avaliação clínica, neuropsicológica ou médica.
Quando integrado à avaliação clínica, o mapeamento genético pode acrescentar informações relevantes para compreender particularidades e discutir estratégias de acompanhamento de forma personalizada.